Pontuação do Projeto: 2
Série: 5º
Etapa: Ensino Fundamental I
Status do projeto: Finalizado
O projeto “Ao dançar dá para se curar?”,foi desenvolvido pelos alunos do 5º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental José de Anchieta, situada em Bom Fim Alto, Bom Princípio/RS. A ideia surgiu em uma aula de Artes, a partir da leitura de um texto sobre dança, despertando o interesse da turma em investigar como essa prática artística pode contribuir para a saúde física e mental.Com o objetivo de analisar como a dança pode ser incorporada ao cotidiano escolar e familiar como estratégia de cuidado com a saúde integral, o projeto utilizou a metodologia da pesquisa-ação, envolvendo estudantes, professores e familiares. Entre as atividades, destacam-se: aplicação de questionário online, oficinas semanais de dança, rodas de conversa com profissionais da área, escuta de relatos de cura e uma pesquisa bibliográfica.Os resultados revelaram que 91,9% dos participantes acreditam fortemente que a dança promove benefícios à saúde física e emocional, e 98,4% a consideram uma forma de terapia. A maioria também reconheceu seus efeitos positivos sobre ansiedade, depressão, coordenação motora, imunidade e bem-estar, estes resultados confirmam a hipótese de nossa pesquisa.A vivência nas oficinas permitiu compreender que, ao dançar, o corpo libera hormônios como dopamina, serotonina e endorfina, responsáveis pela sensação de prazer e equilíbrio emocional. Além disso, a dança melhora o condicionamento físico, favorece a concentração e promove alívio de sintomas de estresse e tristeza. Conclui-se que a dança, além de expressão artística, é um recurso terapêutico acessível e eficaz. O projeto demonstrou que ela pode ser integrada ao ambiente escolar como uma ferramenta de cuidado com a saúde, promovendo bem-estar e qualidade de vida para crianças, famílias e toda a comunidade. Palavras-chave: dança; saúde física; saúde mental; terapêutico; pesquisa-ação.
Palavras-chave: dança; saúde física; saúde mental; terapêutico; pesquisa-ação.
O projeto de pesquisa surgiu numa aula de artes quando estudamos um texto sobre a dança, conversamos sobre o tema e na conversa surgiu um questionamento se a dança, além de ser uma forma de expressão poderia de alguma forma ajudar na melhora da nossa saúde física e mental.
Descobrir de que forma a prática da dança pode auxiliar a comunidade escolar e familiar do Bom Fim Alto no cuidado com a saúde física e mental .
O projeto tem como objetivos específicos: Investigar como a dança pode contribuir para o bem-estar físico e emocional das pessoas. Identificar se e como a comunidade local utiliza a dança como forma de expressão ou alívio emocional. Promover momentos de prática da dança na escola como forma de experimentar seus efeitos.
De que forma a dança pode auxiliar na saúde física e mental?
Ao dançar conseguimos nos manter no momento presente, o que muitas pessoas não estão conseguindo devido ao excesso de stress do dia-a-dia,evitando doenças como ansiedade e depressão.
Este projeto iniciou-se em vinte e um de março de dois mil e vinte e cinco e tem como previsão de término em julho de dois mil e vinte e cinco. Foi realizado pelos alunos do quinto ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental José de Anchieta na comunidade de Bom Fim Alto da cidade de Bom Princípio. Tratou-se de um projeto de pesquisa-ação, pois houve a cooperação conjunta de todos os segmentos da escola: famílias, estudantes e professores .Teve como procedimentos as ações a seguir: Este projeto foi desenvolvido por meio de etapas práticas e de investigação que ajudaram a compreender a dança, como forma de bem-estar e expressão emocional. As ações metodológicas seguirão as etapas abaixo: Inicialmente,foram realizadas pesquisas em vídeos e materiais pedagógicos que tratam sobre os benefícios físicos e emocionais da dança. Foi criado um Google Formulário para investigar, junto às famílias da comunidade escolar, se possuíam dificuldades em relação às emoções e se utilizavam a dança como forma de alívio emocional. Os dados coletados pelo formulário foram organizados e transformados em gráficos, facilitando a leitura e compreensão das informações. Foram realizados momentos de conversa com profissionais da dança (como ballet, zumba, dança alemã) para compreender a relação entre dança e bem-estar. Semanalmente foram organizadas oficinas de dança na escola, com participação dos alunos e das demais turmas, a fim de experimentar, na prática, os efeitos da dança no corpo e nas emoções. Os alunos criaram um logotipo para representar o projeto e participaram da organização de um festival de talentos, incentivando a expressão corporal por meio da dança. Ao final do projeto, as aprendizagens e experiências foram compartilhadas com a criação de um perfil no Instagram, com conteúdos relacionados ao tema e ao processo vivido.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra, 1996. FUX, María. Dança, experiência de vida. Buenos Aires: Paidós, 2002. LOVATT, Peter. O poder da dança: a ciência e a arte de se tornar mais forte, mais esperto e mais feliz. Prefácio de Carlinhos de Jesus. 1. ed. São Paulo: Agir, 2023. SANTOS, Milton. Técnica, espaço, tempo: globalização e o meio técnico-científico. São Paulo: Hucitec, 1994.